Experimente fotos adicionais mais tarde para visualizar quais as celebridades que aparecem mais de uma vez. O registro gratuito é necessário
domingo, 23 de setembro de 2007
Com qual selebridade vc se parece??
Experimente fotos adicionais mais tarde para visualizar quais as celebridades que aparecem mais de uma vez. O registro gratuito é necessário
28/02/2006 show do ROLLING STONES em Copacabana

Saimos de Leopoldina 2 e tantas. Polícia na estrada, dando escolta e nos
atrasando, gente cheirando coca no ônibus e tomando vodka Atraso, chegamos
lá pelas 8:30pm. O ônibus ficou no aterro do flamengo, tivemos q andar uns
10km, uma hora de caminhada e quando pisamos na praia começa os primeiros acordes de
Jumping Jack Flash(minha preferida) e depois veio it's only rock'n'roll,
puta merda, muito foda! Não estava nem vendo o palco, tinhamos saido da
princesa Isabel com a Nossa Sra de Copacabana, estavamos eu, o fred e um primo
dele.
Traçamos um plano: nos dirigimos pro mar onde eh e melhor pra andar,
daí fomos ate la na frente, começamos a adentrar na selva de gente, como
cobras passando por frestas, nos dirigindo pro meio, no primeiro poste, paramos
atras da plataforma, um pouco mais pra direita,pra ver algo. Pegamos um
folego e curtimos as músicas, o som tava baixo, isso foi um problema. Nos
pulos dava pra vê-los no palco, muita música "meia boca", depois fomos mais pra
direita e conseguimos um lugar a 3 metros da area vip na direção do
copacabana palace, uns 70 metros do palco, ou menos, tava dando pra ver
bem(na ponta do pé é verdade) quando a plataforma entrou em cena, eles ficaram a 30 metros da gente, emocionante, feelings! Jagger, Wood e Richards logo ali! O Keith
erra e feio, na entrada de uma música(pelo que eu vi hoje no video, a globo editou
isso). Esqueci de mencionar que quando ele foi ao microfone antes, td mundo gritava: "(...)_Bicha, bicha!" bem coisa de brasileiro,rs.
Beleza, quando a plataforma voltou decidi sair dali, ir pra tras e tentar pegar umas gurias. Estava passando mal já, respirando suor e bafo de tanto marmanjo(na frente so tinha mulher com namorado, mesmo assim, poucas). Pra quem tava com frebre um dia antes e tomando remédio na msma noite, até q eu me virei bem.
Consegui um lugar ótimo pra dançar mais a trás, quando tocou start me up, foi a melhor(em questao de feelings) ali dançando td mundo feliz e tal, ando mais um pouco, salvo uma garota de apanhar. Com fome e apertadasso pra mijar pego um cigarro,
chega o grand finale, satisfation, esqueço garganta, o mal-star, tomo uma
cachaça e curto pra caralho. Acho que tive mais pique e fiquei mais louco do que
o Mick nos tempos de glória.
Acabou que tomei altos foras, até que consegui a fórmula com um transeunte carioca. Usando disso consegui ficar com uma menina legal, depois de me perder de todo mundo, me dirigi numa árdua caminhada até o aterro, sem grana, com fome, sede e cansado...foi perrengue, mas foi horrorshow também, e valeu a pena! =]
-repertorio do show:
"Jumpin' Jack Flash" ("Hot Rocks", 1972)
"It's Only Rock 'n' Roll" ("It's Only Rock 'n' Roll", 1974)
"You Got Me Rocking" ("Voodoo Lounge", 1994)
"Tumbling Dice" ("Exile on Main St.", 1972)
"Oh No, Not You Again" ("A Bigger Bang", 2005)
"Wild Horses" ("Sticky Fingers", 1971)
"Rain Fall Down" ("A Bigger Bang", 2005)
"Midnight Rambler" ("Let it Bleed", 1969)
"Nightime's the Right Time" (Homenagem a Ray Charles)
--> Apresentação dos músicos Palco avança Palco volta
(Humberto L. Brum 02/21/06 Rio de Janeiro)
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Oz, nos Simpsons
terça-feira, 18 de setembro de 2007
É hora de ouvir Johnny Cash
Existem certos momentos da vida em que você diz: "_é hora de ouvir Johnny Cash". Quando tudo parece fodido e você precisa de um country melancólico para te confortar.
No som está tocando Ring of Fire[Johnny Cash]. Depois de 5 meses mágicos, de intensa felicidade, volto a me a sentir o mais solitário dos homens, como um velho escritor do oeste americano. Minha namorada prometera me visitar hoje, logo após o almoço, são 17:49hr e ela não veio. Tomei a providência de ligar para ela e dizer que não precisa vir, que ela deve descansar e me prontifiquei dizendo que está tudo bem comigo. Quando desligo o celular percebo que não está. Me vejo ainda penteado, de frente ao espelho, pronto para tomar banho(que acaba de ser adiado). Com o quarto todo arrumado, lençóis limpos, criado polido. A mesa da sala, onde iria estudar, está livre e reservada para ela. É onde escrevo agora estas mal redigidas e dramáticas palavras.
Minutos antes de começar escrever, peguei o violão que descansava sobre a cama. Sento na minha cadeira preferida e faço uma 'sad song', não me preocupando nem um pouco em gravá-la ou mesmo memorizar para posteridade. Só queria extravasar a tristeza, de uma forma que não fosse tomando a garrafa/lata de conhaque que guardo a sete chaves na gaveta de meias, intacta por volta de 150 dias. A música tinha algo com "Where are my friends, I'm looking for, all my friends, no one is here. I'm so alone, the tears are so hard and drop to the floor", tinha C(dó), G(sol), Em(mí menor) e D(ré). Não lembro bem dos versos e suas disposições...mas eram esses.
Falta pouco mais de um mês para o show do Arctic Monkeys e eu nem sei como conseguir a grana, mas sei que vou!
Meu único amigo na cidade(de Manhuaçú), o W...(que não é de Manhuaçú) foi embora ontem, para ser operador na mais nova plataforma da Petrobrás, a P-52, ou qualquer letra P seguida de um número com dois dígitos. Volto a não ter com quem ser eu mesmo, já que nessa cidade, empestiada por fanáticos evangélicos, você deve medir cada palavra, não sair tecendo frases de cunho político ou fazer piadas sarcásticas, nem mesmo fazer uma alusão cultural. Conversar sobre cultura aqui é uma heresia, você só faria papel de bobo falando sozinho, sem ninguém para responder. Ainda achariam que você é louco, viado ou maconheiro para dar importância à essas coisas como música, literatura, filosofia, ciência e filmes cults (acho que se pronunciar esta palavra para um nativo, me olharia desconfiado, com a certeza que eu o dirigi um palavrão).
Aqui você tem que se ligar em café, roça, culto de igreja, passeata para Jesus, ser um policial militar do 11º batalhão, advogado, ou fazer faculdade (particular, é claro, no melhor estilo 'pagou, passou') de administração, para depois virar funcionário, bater nota-fiscal, como um empregado qualquer, ou puxar o saco do patrão até ele ficar com nojo da sua cara de coitado e te promover para outro setor. Sim, porque as pessoas aqui não fazem administração para abrir o próprio negócio, mas sim para "mandar bem no serviço", só para ter um diploma de 3º grau (ou para não ser preso, talvez). Os que têm o lado negro da força em seu âmago fazem Direito, para serem advogados "porta de cadeia" e ganhar algum dinheiro livrando pobres criminosos das salas frias e sujas de uma penitenciaria (coitadinhos!).
Advogados são vistos como heróis e detentores da mais alta moral, como os policiais que espancam suas esposas em casa. Na rua são íntegros, exemplo de caráter. Os pastores das igrejas então, nem se fala. Estão em um patamar acima, são semi-deuses, verdadeiros Faraós do Antigo Egito, donos da verdade e da vontade de suas ovelhas seguidoras. Reprovam um pai de família dar um passeio de férias na praia mas, no fim de semana, com uma pequena fração dos muitos dízimos de seus fieis, pega a patroa (que poderia ser classificada como uma primeira dama) e viaja rumo ao litoral capixaba. Toma água de coco e come camarão na brisa gostosa a beira-mar.
Realmente é uma tortura viver aqui, é como matar um leão por dia. Eu tinha perdido essa consciência, por estar imerso na mais sublime alegria e contentamento desses 5 meses. A única coisa boa (e a mais preciosa que poderia haver nestas montanhas,) é minha querida Jô. Parece que toda a graça e "vibrações legais" que poderiam ter aqui, se escondem no seu olhar e no seu sorriso (inestimável).
...Daí então dá pra entender o quanto sofro por sua ausência, mesmo que de um dia sequer. Não dá?
No som está tocando Ring of Fire[Johnny Cash]. Depois de 5 meses mágicos, de intensa felicidade, volto a me a sentir o mais solitário dos homens, como um velho escritor do oeste americano. Minha namorada prometera me visitar hoje, logo após o almoço, são 17:49hr e ela não veio. Tomei a providência de ligar para ela e dizer que não precisa vir, que ela deve descansar e me prontifiquei dizendo que está tudo bem comigo. Quando desligo o celular percebo que não está. Me vejo ainda penteado, de frente ao espelho, pronto para tomar banho(que acaba de ser adiado). Com o quarto todo arrumado, lençóis limpos, criado polido. A mesa da sala, onde iria estudar, está livre e reservada para ela. É onde escrevo agora estas mal redigidas e dramáticas palavras.
Minutos antes de começar escrever, peguei o violão que descansava sobre a cama. Sento na minha cadeira preferida e faço uma 'sad song', não me preocupando nem um pouco em gravá-la ou mesmo memorizar para posteridade. Só queria extravasar a tristeza, de uma forma que não fosse tomando a garrafa/lata de conhaque que guardo a sete chaves na gaveta de meias, intacta por volta de 150 dias. A música tinha algo com "Where are my friends, I'm looking for, all my friends, no one is here. I'm so alone, the tears are so hard and drop to the floor", tinha C(dó), G(sol), Em(mí menor) e D(ré). Não lembro bem dos versos e suas disposições...mas eram esses.
Falta pouco mais de um mês para o show do Arctic Monkeys e eu nem sei como conseguir a grana, mas sei que vou!
Meu único amigo na cidade(de Manhuaçú), o W...(que não é de Manhuaçú) foi embora ontem, para ser operador na mais nova plataforma da Petrobrás, a P-52, ou qualquer letra P seguida de um número com dois dígitos. Volto a não ter com quem ser eu mesmo, já que nessa cidade, empestiada por fanáticos evangélicos, você deve medir cada palavra, não sair tecendo frases de cunho político ou fazer piadas sarcásticas, nem mesmo fazer uma alusão cultural. Conversar sobre cultura aqui é uma heresia, você só faria papel de bobo falando sozinho, sem ninguém para responder. Ainda achariam que você é louco, viado ou maconheiro para dar importância à essas coisas como música, literatura, filosofia, ciência e filmes cults (acho que se pronunciar esta palavra para um nativo, me olharia desconfiado, com a certeza que eu o dirigi um palavrão).
Aqui você tem que se ligar em café, roça, culto de igreja, passeata para Jesus, ser um policial militar do 11º batalhão, advogado, ou fazer faculdade (particular, é claro, no melhor estilo 'pagou, passou') de administração, para depois virar funcionário, bater nota-fiscal, como um empregado qualquer, ou puxar o saco do patrão até ele ficar com nojo da sua cara de coitado e te promover para outro setor. Sim, porque as pessoas aqui não fazem administração para abrir o próprio negócio, mas sim para "mandar bem no serviço", só para ter um diploma de 3º grau (ou para não ser preso, talvez). Os que têm o lado negro da força em seu âmago fazem Direito, para serem advogados "porta de cadeia" e ganhar algum dinheiro livrando pobres criminosos das salas frias e sujas de uma penitenciaria (coitadinhos!).
Advogados são vistos como heróis e detentores da mais alta moral, como os policiais que espancam suas esposas em casa. Na rua são íntegros, exemplo de caráter. Os pastores das igrejas então, nem se fala. Estão em um patamar acima, são semi-deuses, verdadeiros Faraós do Antigo Egito, donos da verdade e da vontade de suas ovelhas seguidoras. Reprovam um pai de família dar um passeio de férias na praia mas, no fim de semana, com uma pequena fração dos muitos dízimos de seus fieis, pega a patroa (que poderia ser classificada como uma primeira dama) e viaja rumo ao litoral capixaba. Toma água de coco e come camarão na brisa gostosa a beira-mar.
Realmente é uma tortura viver aqui, é como matar um leão por dia. Eu tinha perdido essa consciência, por estar imerso na mais sublime alegria e contentamento desses 5 meses. A única coisa boa (e a mais preciosa que poderia haver nestas montanhas,) é minha querida Jô. Parece que toda a graça e "vibrações legais" que poderiam ter aqui, se escondem no seu olhar e no seu sorriso (inestimável).
...Daí então dá pra entender o quanto sofro por sua ausência, mesmo que de um dia sequer. Não dá?
Arctic Monkeys

"Alex Turner é o verdadeiro poeta-cronista do nosso tempo,
um Weller ou Morrissey ou Cocker da geração pós-dance-music, pós-Blair".
The Guardian.
Lúcio "Popload" Ribeiro encontra Alex Turner nos EUA, em 2005:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u59084.shtml
Nesse outro link aqui, Marcelo Costa disseca o segundo disco dos Macacos:
http://z001.ig.com.br/ig/18/46/935086/blig/revoluttion/2007_15.html
http://www.arcticmonkeys.com/
http://www.myspace.com/arcticmonkeys
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arctic_monkeys
http://www.lastfm.pt/music/Arctic+Monkeys?q=arctic+monkeys
Arctic Monkeys
http://www.blogger.com/www.arcticmonkeys.com
http://www.blogger.com/www.myspace.com/arcticmonkeys
Atração principal dos maiores festivais da Europa e Estados Unidos, a banda do norte da Inglaterra, criada em 2002, foi alçada à fama graças a divulgação viral na Internet, através do compartilhamento de arquivos de música entre fãs. Após formar uma extensa rede de admiradores online (incluindo vários críticos de música ingleses importantes), Alex Turner (vocal e guitarra), Jamie Cook (guitarra), Matt Helders (bateria e backing vocal) e Nick O’Malley (baixo), lançaram seu primeiro disco, ‘Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not’, em janeiro de 2006. O trabalho virou recorde como o álbum de estréia mais rapidamente vendido na história música britânica. Foram 120 mil cópias somente no primeiro dia de vendas no Reino Unido – mais do que a soma dos ‘Top 20’ do país naquela data. A semana fechou com o impressionante número de 360 mil exemplares.
O segundo CD dos rapazes de Sheffield, ‘Favourite Worst Nightmare’, chegou às lojas em abril deste ano, também com a expressiva marca de 225 mil cópias vendidas apenas na semana de estréia. Com resultados tão surpreendentes, os Arctic Monkeys apresentaram ao mundo uma nova possibilidade de lançar trabalhos, inovando com relação às tradicionais fórmulas do mercado fonográfico.
A apresentação do quarteto no TIM Festival representa para o público a oportunidade de conferir em primeira mão uma banda que se encontra em pleno auge, em sua primeira passagem pela América Latina.
A Desilusão de um Quase

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que mata tudo o que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou, ainda joga; quem quase passou, ainda estuda; quem quase amou, não amou!
Basta pensar nas oportunidades que se escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel, por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos bom dia, quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima; o amor enlouquece; o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir ente a alegria e a dor. Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplkia o vazio que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Para os erros há perdão; para os fracassos chance; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor, não é romance.
Não deixes que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfia do destino e acredita em ti.
Gasta mais horas realizando, que sonhando...
Fazendo, que planejando...
Vivendo, que esperando...
Porque, embora quem quase morreu esteja vivo,qume quase vive, já morreu...
( Luiz Fernando Veríssimo)
Brasileiro é um povo solidário. Mentira. - Brasileiro é babaca.

Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.
-Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
-Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
-Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência. - O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita
isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo. Brasileiro é um povo honesto. Mentira. - Já foi; hoje é uma qualidade em baixa. - Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça. 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. - Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como "aviãozinho" do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas. O Brasil é um pais democrático. Mentira. Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do
povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um "gato" puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto...malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é
zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro!? Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
FAÇA A SUA PARTE REPASSE !!
EU JÁ FIZ A MINHA
INCLISIVE PARA BRASILIA
(Arnaldo Jabor)
Assinar:
Postagens (Atom)